Sucesso e realização em qualquer ponto do planeta
Há quatro décadas na ABB, Carlos Mitsubayashi trabalhou pessoalmente ou interagiu com profissionais em quatro continentes. Engenheiro por natureza, expandiu ainda mais seu horizonte e hoje atua em Quality & Continuous Improvement. Conheça os aprendizados e experiências valiosas que lhe trouxeram inúmeras realizações.
Ainda jovem, Carlos já apreciava Ciências Exatas e demonstrava habilidades natas para a Engenharia. Nascido em uma família com muitos engenheiros, Carlos sempre teve certeza de que seguiria a profissão. Aos 17 anos, sem ser influenciado, sua forte inclinação o levou a cursar Engenharia Elétrica no Instituto Mauá de Tecnologia e, logo depois, a iniciar a trajetória que o conduziria por uma carreira de 40 anos na ABB. “Em 1985, comecei na Brown Boveri, em Osasco, desenvolvendo projetos para indústrias papeleira e metalúrgica como estagiário na equipe que foi o embrião do que se tornaria a divisão de Automação. Éramos poucos trabalhando nesse segmento que, no Brasil, ainda era incipiente e transformador para a época”.
Naquele tempo, ao comparar a Automação com outras divisões da empresa, Carlos não tinha a dimensão de onde estava inserido. “O mundo era analógico e eu não imaginava que atuava em um segmento que se tornaria um dos principais da companhia”, comenta.
Experiência valiosa
Logo depois de ser efetivado como Engenheiro Jr na BBC, houve a fusão com a ASEA, e Carlos vivenciou as alegrias e dificuldades dessa mudança. “Algumas linhas de produtos se complementaram e outras deixaram de existir; alguns produtos se sobrepuseram e novos foram incorporados. Foi preciso se adaptar e estar disposto a aprender com a reestruturação que acontecia”. Apesar de ser um momento sensível, foi quando surgiu uma grande oportunidade para Carlos. “Em 1990, com 26 anos, eu fui indicado para ser treinado em aplicações de metalurgia do sistema de automação oriundo da ASEA, o que me proporcionou trabalhar por um ano em Vasteras, na Suécia. Foi uma experiência valiosa que abriu caminho para, ao longo da minha jornada na empresa, trabalhar numa organização produtiva e muito bem estruturada e ter a experiencia de vivenciar uma cultura diferente da nossa”. Isso posteriormente também abriu oportunidades para, em diversas situações, Carlos viajar para muitos países em quatro continentes. “Até posso dizer que fui aos quatro cantos do mundo!”
Vários projetos e workshops internacionais permitiram viagens e contato direto com equipes de outros países, se tornando constantes na vida de Carlos, contribuindo para ele adquirir conhecimento, confiança e credibilidade. “Como sempre gostei de me expor, de enfrentar novas situações e desafios, eu participava em diferentes times e projetos, nacionais e internacionais. Dessa forma, me especializei em controle de processos de laminação e passei a Líder de Engenharia, com uma forte ligação com a ABB da Alemanha”, relembra.
Bug do Milênio
De 1995 a 1999, Carlos atuou como Coordenador do grupo de Engenharia à frente de vários projetos de automação em metalurgia com interações constantes com diversos países. Desse período, ele recorda um fato que preocupou o planeta, o Bug do Milênio. “Na virada de 1999 para 2000, houve a ameaça de falha nos sistemas de bancos, energia, transporte e outros serviços, incluindo os nossos sistemas de automação que poderiam impactar na produção de nossos clientes. Tomamos todas as medidas preventivas para garantir que nossos sistemas estivessem preparados para qualquer intercorrência. No final, o temor não se justificou e celebramos a chegada do novo ano sem maiores problemas”, comemora. Pelos 13 anos seguintes, Carlos assumiu como Gerente de Engenharia da antiga Divisão de Automação de Processos abrangendo os segmentos de Metalurgia, Celulose e Papel, Mineração e Óleo e Gás.
Já vislumbrando diversificar sua atuação técnica e ampliar sua visão de gestão, Carlos buscou uma pós-graduação em Administração na Fundação Getúlio Vargas, dando um passo certeiro para estar apto a passar por uma nova reestruturação na ABB. “Em 2013, assumi a Gestão de Qualidade e Melhoria Contínua na divisão de Automação. E lá se vão 12 anos repletos de desafios, aprendizados e muita realização, conhecendo, entendendo e otimizando processos em muitas áreas da companhia”.
Para quem deseja seguir carreira na ABB, Carlos é direto: “Eu vejo que a única constante na empresa é a mudança. Ela é essencial para acompanhar as transformações da tecnologia, da economia e até das relações sociais. Por isso, eu diria para as pessoas desenvolverem a capacidade de se adaptar e se empenharem em estar sempre aprendendo para evoluir pessoal e profissionalmente. ABB abre portas para quem estiver preparado para trilhar uma carreira como eu, aqui ou em qualquer ponto do planeta!”