Em 2009, José foi convidado a migrar para a área Comercial, ainda no segmento de Papel e Celulose. “Passei a ser responsável por propostas na casa de milhões de dólares para indústrias na América do Sul. As negociações eram longas, mas eu gostava muito dessa atividade”. Já em 2018, José migrou para a operação e assumiu a gerência de Serviços, cargo que exerce até hoje, atendendo indústrias de todos os segmentos no mercado nacional, concentrado em Mineração.
Entre as muitas mudanças que presenciou ao longo de sua jornada de 35 anos, José menciona o tempo que era necessário para finalizar um projeto. “Lembro da época em que concluíamos o comissionamento de uma planta de papel em, aproximadamente, doze meses. Hoje, o mesmo projeto levaria, em média, três meses. A tecnologia, as interfaces, ferramentas e equipamentos evoluíram muito. Projetos, soluções, entregas, tudo enfim, ficou mais imediato”, compara. Mas José destaca: “O que não mudou é a importância das relações.
Estaremos sempre lidando com pessoas, não importa quanta tecnologia esteja presente. Me sinto privilegiado por ter presenciado muitos avanços na ABB, uma empresa altamente tecnológica mas que, ao mesmo tempo, entende a relevância dos relacionamentos e do cuidado com as pessoas”.
E complementa: “É muito gratificante quando olho para a minha trajetória. Participei de projetos expressivos que acabaram se mesclando a momentos muito valiosos da minha vida. Quando me perguntam quem eu sou, minha resposta é: sou engenheiro na ABB, esposo, pai de família, teólogo e presbítero na igreja que frequento. Para mim, vida pessoal e interesses profissionais são dois caminhos que, se soubermos trilhar, se cruzam e se completam muito bem”.